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quinta-feira, 1 de agosto de 2019

3 cursos de tecnologia mais buscados no Brasil hoje


Com uma demanda cada vez maior, o setor de TI (tecnologia da informação) é um dos mais aquecidos e que mais atrai interessados em novas oportunidades profissionais no Brasil.

Um novo levantamento feito pela IGTI, escola de pós-graduação com foco em tecnologia, aponta quais os cursos da área mais procurados em sua plataforma.

Segundo o CEO da instituição, Vinícius Bozzi, o profissional da área de tecnologia tem oportunidades de trabalho em todos os setores da economia

"Além de poder atuar em diferentes segmentos, o especialista nesta área precisa estar disposto a aprender sempre e estar preparado para as constantes mudanças e exigências do mercado." afirma.

Confira abaixo os cursos mais buscados no Brasil, de acordo com o levantamento da IGTI.

Big Data

No último ano, os curso de Big Data foram os mais procurado na plataforma, sendo que 77% dos que procuraram esses cursos são alunos de cargos técnicos e 23% de coordenadores e gerentes, aponta a IGTI.

Dos alunos formados nesta área, 45% possuem mais de 10 anos de experiência (sênior); 36% até nove anos (pleno) e 19% até três anos (recém-formados). A média salarial destes profissionais são de 41% até R$ 7 mil; 30% até R$ 12 mil; 17% até R$ 3 mil e 12% acima de R$ 12 mil.

"A área de Big Data recebe tanto alunos em início de carreira, como também alunos de nível pleno e seniores. Talvez por ser uma área relativamente nova e que deve estar recebendo profissionais mais experientes para reciclagem tecnológica" explica Bozzi.

Desenvolvimento Full Stack

Os profissionais formados em desenvolvimento full stack estão preparados para desenvolver, analisar e dar manutenção de projetos de tecnologia desde seu desenvolvimento até acompanhar seu funcionamento com o usuário final.

Nesta carreira, a atualização constante é essencial, de acordo com a instituição. " É uma área muito dinâmica, estão sempre surgindo novas linguagens, novos frameworks e é preciso ficar antenado para ser capaz de desenvolver soluções para a maior gama de problemas. " conta o CEO.

Segurança Cibernética

No cenário atual, em que as leis de proteção de dados ainda dão seus primeiros passos, a preocupação com segurança cibernética deixa de ser exclusividade de grandes empresas de tecnologia, mas passa a ser fundamental para todos os setores. Por isso, buscar as novidades nesta área tem se mostrado cada vez mais importante.

Os cursos de segurança cibernética habilitam o profissional a realizar análises de risco, implementar arquiteturas de rede com foco em segurança, estabelecer testes de segurança em software e conhecer ferramentas e tecnologias de gestão de identidade e acessos.

"Conhecimento em aplicações e infraestrutura é um grande desafio para esse tipo de profissional. Também é importante ter empatia e buscar soluções de acordo com a necessidade de cada empresa." explica Bozzi.

Os como Gestão de TI, Gestão de Processos de Negócios e Arquitetura de Software também estão entre os preferidos do setor de tecnologia e sistemas da informação.

quinta-feira, 13 de junho de 2019

MBR ou GPT: descubra a diferença entre partições ao instalar um SSD ou HD

Quem já instalou um novo SSD ou HD no PC, ou mesmo migrou do Windows 10 para uma versão mais antiga do sistema operacional, já deve ter se deparado com as siglas MBR e GPT antes de prosseguir com a instalação. As duas tecnologias são destinandas a tipos bem diferentes de sistemas, e escolher entre elas não é difícil. Os discos em MBR, por exemplo, são melhores para computadores antigos, sem as BIOS UEFI ou com sistemas operacionais anteriores ao Windows 8.1. 
Já o GPT, mais recente, é a melhor escolha para computadores novos e sistemas mais recentes, já que apresenta maior capacidade para criar partições, por exemplo. Confira a seguir mais informações a respeito dessas tecnologias e saiba a diferença entre elas.

O que são MBR e GPT?

MBR e GPT são padrões que determinam a forma pela qual dados são armazenados no disco. Isso inclui a forma como as partições são distribuídas e como esses drives de SSDs ou HDs se comportam caso você instale um sistema operacional inicializável neles. Embora cumpram a mesma tarefa e tenham compatibilidade com diversos sistemas operacionais, ambas são tecnologias distintas e é importante saber suas diferenças para escolher de maneira correta.

MBR e GPT: diferenças

As partições são delimitações lógicas que fracionam o espaço da mídia. Dessa forma, são criadas unidades menores, que se comportam como se fossem HDs independentes, ainda que, na prática, coexistam dentro da mesma peça de hardware.
MBR é sigla para “Master Boot Record”. O padrão antigo hoje se encontra em processo de substituição pelo GPT, que significa “GUID Partition Table”. Entre as limitações do MBR está o fato de não permitir ao usuário estabelecer mais do que quatro partições primárias no mesmo disco. Do outro lado, o GPT pode criar até 128 partições diferentes dentro de um mesmo disco em Windows; outros sistemas operacionais podem apresentar limites até maiores.
Você pode inspecionar seus discos no Windows, ou em qualquer sistema, para descobrir que tipo de particionamento eles usam — Foto: Reprodução/Filipe Garrett
Embora seja raro precisar de tantas divisões, há outra limitação dessa tecnologia que fica mais evidente ao usuário comum: o MBR reconhece partições de até 2 TB, o que significa que esse padrão não é recomendado para HDs e SSDs com capacidades maiores. O GPT, por sua vez, conta os setores da mídia de armazenamento de outra forma, permitindo suporte a 9,4 ZB (zetabytes, unidade que representa um trilhão de gigabytes).
Outra diferença entre as duas estruturas é a forma pela qual elas trabalham com a inicialização do sistema operacional. No mais antigo MBR, os registros que permitem ao computador “achar” o sistema e dar início ao carregamento ficam em uma única partição. Se algo de errado acontecer com o disco e esses dados forem corrompidos, é possível que o PC não inicialize mais. No GPT esses problemas são amenizados com o uso de uma estrutura replicante, que posiciona cópias dos dados de inicialização em outras partições do disco, tornando o sistema mais robusto.

Como escolher?

Se possível, prefira o GPT: tecnologia é mais robusta e recente — Foto: Reprodução/Filipe Garrett
Se possível, prefira o GPT: tecnologia é mais robusta e recente — Foto: Reprodução/Filipe Garrett
É comum que durante o processo de instalação e inicialização de um disco rígido secundário, ou após a formatação de um SSD ou HD novo, o usuário se depare com a mensagem que pergunta qual padrão será utilizado na nova unidade. A resposta é fácil: se a mídia será usada em computadores com Windows 8.1 em diante ou com outros sistemas operacionais mais recentes, não há muita razão para insistir no antigo MBR.
Entretanto, se o disco será usado em computadores mais antigos, com sistemas operacionais anteriores ao Windows 8, o MBR será uma escolha melhor em virtude da compatibilidade. Outro detalhe é a capacidade: se você investiu em um disco rígido enorme, o GPT vai permitir usar o espaço todo em uma grande partição.

É possível trocar uma pela outra sem perder dados?

Existem ferramentas que permitem mudar de MBR para GPT sem perder dados. A conversão leva poucos instantes e pode ser uma forma interessante de corrigir um engano, por exemplo. Embora a medida seja possível, é sempre bom ter em mente que qualquer alteração na estrutura do disco e das partições pode levar à perda de dados. Portanto, antes de alterar o modelo de particionamento da unidade, pode ser interessante fazer um backup dos dados salvos no HD ou SSD.
É possível descobrir qual o padrão utilizado pelos componentes por meio do Gerenciador de Discos do Windows ou em ferramentas equivalentes de outros sistemas. No Gerenciador, clique com o botão direito do mouse sobre a unidade desejada e escolha “Propriedades”. Em seguida, selecione a aba “Hardware” e acesse “Volumes”. Depois, selecione o disco que deseja inspecionar e dê um clique duplo para abrir a janela.

5 DICAS ESPECIAIS PARA TURBINAR O SEU CANAL NO YOUTUBE

Muitos canais de sucesso no Youtube levaram meses para aprender, por meio da tentativa e erro, técnicas capazes de aumentar o número de visualizações e inscritos. Já pensou como seria bom aprender isso em alguns minutos? Pois é isso que você vai encontrar neste texto.

Técnicas Para Aumentar Visualizações e Inscritos no Youtube

Boa parte das dicas que você vê por aí são bem batidas, pois são óbvias como:
– Capriche na qualidade dos seus vídeos (Imagem e áudio)
– Determine uma periodicidade
É claro que elas são importantes e devem ser seguidas, mas existem certas dicas que muita gente não divulga.
Na lista a seguir vamos ver algumas dessas “dicas secretas”. Está preparado(a)? Pois vamos começar!

1- Nome do Arquivo

Este é, provavelmente, o erro mais cometido pelos iniciantes e até mesmo por alguns veteranos na produção de vídeos para o Youtube.
Quando você faz o upload do seu vídeo, qual é o nome do arquivo?
Se você já tem um canal no Youtube, peço que vá até o gerenciador de vídeos, escolha um vídeo qualquer e clique em editar. Do lado direito há uma coluna que diz “Informações do Vídeo”. O item “arquivo raw” vai te mostrar o nome completo, ou parcial, do arquivo que você enviou para o Youtube.
Você errou feio se:
– O nome do arquivo for o mesmo de quando ele estava na câmera
Agora mesmo eu abri a minha câmera e vi que o nome de um dos vídeos que eu gravei é 20150705194704. Esse é o arquivo bruto que está apenas na minha câmera.
– O nome do arquivo não tem nada a ver com o assunto do vídeo
Se você tem um blog que dá dicas de beleza focadas em maquiagem, por exemplo, e faz um vídeo de apresentação do seu vlog no Youtube, o nome do arquivo não pode ser simplesmente “apresentação”.
Isso provavelmente nunca passou pela sua cabeça, mas o nome do arquivo original enviado para o Youtube é importante para o posicionamento dos seus vídeos dentro da plataforma.
É só pensar assim: o Youtube não faz ideia que o vídeo 20150705194704 que eu enviei para o meu canal fala sobre maquiagem, mas quando uso os termos relacionados ao assunto do meu vídeo dentro do nome do arquivo ele passa a entender que o vídeo é daquele assunto, servindo como uma maneira de reforçar a relevância das famosas tags.
O vídeo de apresentação do site de beleza, por exemplo, deveria ser renomeado mais ou menos assim: dicas maquiagem beleza [insira aqui outros termos relacionados ao assunto].
Renomear com umas 5 palavras-chave já está de bom tamanho.

2- Sempre Preencha a Descrição

O espaço de descrição nos vídeos não serve somente para exibir os links das suas redes sociais e dar avisos. Ele também pode – e deve – ser usado para expandir o alcance dos seus vídeos nas buscas.
Há uma maneira específica de fazer isso:
1- Copie e cole o título do seu vídeo (não é o nome do arquivo, é o título mesmo) logo no início da descrição.
2- Abaixo do título, copie e cole a URL do próprio vídeo.
3- Escreva uma sinopse do seu vídeo, mas não se esqueça de utilizar as palavras-chave dentro da sinopse.
4- Adicione os links necessários dentro do vídeo: redes sociais, link para um artigo em seu blog…
5- No final, copie e cole mais uma vez o link do seu vídeo no Youtube.
Ao preencher a descrição desta maneira você estará ajudando os robôs do Youtube a classificar o seu vídeo como parte do assunto das suas palavras-chave.

3- Não Esqueça das Tags. NUNCA!

As tags são, literalmente, etiquetas que o Youtube pede que você cole em seus vídeos para que ele saiba sobre quais assuntos você está falando.
Isso significa que quem não usa tags está dificultando o processo de classificação do Youtube e, consequentemente, perdendo uma boa oportunidade de ser encontrado pelo seu público quando ele faz uma pesquisa na plataforma, ou até mesmo no Google.
No entanto, se não usar as tags é ruim, entupir o seu vídeo com tags também não é legal. Tente utilizar apenas 10 tags, e certifique-se de que você escolheu as palavras-chaves mais relevantes para o seu vídeo.
Além disso, há dois segredos para trabalhar com tags:
O primeiro é que você deve criar uma tag exclusiva para o seu canal, que será utilizada em todos os seus vídeos.
EX: Se o seu canal dá dicas de saúde, uma boa tag exclusiva seria #DicasSaudeNomeDoSeuCanal
E por que fazer isso?
Já reparou que o Youtube mostra vídeos relacionados em uma coluna do lado direito da tela? Ele faz isso para que os usuários possam ver outros vídeos sobre assuntos semelhantes ao seu.
A partir do momento que você cria uma tag como a que está no exemplo, você tem uma tag única, e assim o Youtube mostrará um número maior de vídeos do seu canal dentro da coluna de vídeos relacionados.
Essa é uma boa forma de fazer com que o usuário não saia do seu canal.
A segunda dica secreta, e super poderosa, de como trabalhar com tags pode ser vista no nosso artigo: Youtube Para Negócios.

4- Arte do Canal

Arte do canal é muito útil para que você informe ao seu público a periodicidade dos seus vídeos. Mesmo que você sempre lance os vídeos em dia, novos visitantes não sair olhando a data de publicação de cada vídeo para entender a periodicidade do seu canal.
Basta detalhar a programação de forma simples na arte do canal e pronto, todos saberão quais os dias e horários em que os vídeos são lançados.
Isso aumenta a expectativa do seu público ao mesmo tempo em que diminui a frustração, já que ele não terá o problema de olhar diariamente para o seu canal e não encontrar um vídeo.

5- Adicionar uma Descrição Para o Canal

É bem simples, mas muito importante. Você não pode esquecer de preencher a área “sobre” do seu canal. Apesar de muitas pessoas nem sequer olharem essa aba, os robôs do Youtube olham, e isso lhe ajudará um pouquinho em relação ao posicionamento.

Recapitulando

– Sempre renomeie os seus arquivos antes de enviá-los ao Youtube usando palavras-chave referentes ao assunto do vídeo.
– Preencha a descrição seguindo o nosso passo a passo para ajudar ainda mais o posicionamento do seu vídeo nos resultados do Youtube.
– Use 10 tags para etiquetar o seu vídeo e não esqueça de criar uma tag própria para que os seus vídeos apareçam com mais frequência na lista de vídeos relacionados.
– Exiba a periodicidade dos vídeos na arte do canal.
– Preencha o sobre do seu canal e não se esqueça de adicionar as palavras-chave